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22 de março de 2011

Cadê a lógica?

Não entendo por que todo este barulho pelo Palmeiras negociar com a Globo um valor inferior ao do Corinthians pelo direito de transmissão dos jogos da Série A. Oras, a torcida do Palmeiras é substancialmente inferior a do Corinthians como comprovam todas as pesquisas, a audiência dos jogos transmitidos, os assinantes de PPV, o público nas arquibancadas e a observação pessoal de cada um. Além disso, a torcida palmeirense definha de forma galopante e assim seguirá quando vemos o percentual de torcedores palestrinos junto ao público mais jovem. Assim sendo, por que uma empresa pagaria o mesmo para ambos os públicos?

O Corinthians já tem contratos de patrocínio e material esportivo bem superiores ao do Palmeiras. A TV apenas segue este padrão lógico. Ao invés de gritinhos esgoelados de "aqui é Palmeiras" os torcedores deveria gritar contra os dirigentes dos últimos 35 anos que vêm paulatinamente destruindo o Palmeiras.

22 de dezembro de 2010

Adidas: mais um mau negócio

A situação financeira do palmeiras é desesperadora. Com uma dívida galopante, salários atrasados, jogadores insatisfeitos e as eternas brigas internas entre as distintas facções criminosas que dominam o clube, o quadro é o pior já vivido na quase centenária história do time.

Desesperado, Belluzzóquio acabou de fazer mais um mau negócio: prorrogou o contrato com a Adidas até 2014 (ano do centenário) pelo mesmo atual valor anual em troca de uma luva de R$13 milhões para apagar os incêndios mais imediatos. Na prática podemos considerar que o valor anual do patrocínio de material esportivo subiu dos atuais R$9,25 milhões para R$12,5 milhões (R$9,25 + (R$13,00 / 4 anos) = R$12,5). Mas isso é muito pouco considerando o período de contrato e o centenário. Além disso, o novo contrato ainda é inferior aos dos outros times de maior torcida que ainda irão renovar seus acordos: Flamengo R$20 milhões, Corinthians R$15 milhões e São Paulo R$14 milhões.

Uma das lendas que Belluzzóquio, seus merdinhas do RP e sites amestrados tentaram criar foi a dos grandes contratos de patrocínio. Mas a realidade é que os valores subiram nos último quatro anos ao sabor do mercado que valorizou fortemente o futebol neste período.

Este mês a empresa de consultoria Trevisan Gestão do Esporte divulgou o ranking dos times que mais arrecadaram com as diferentes formas de patrocínio em 2010:

Corinthians/SP (R$ 59,5 milhões)
Flamengo/RJ (R$ 57 milhões)
São Paulo/SP (R$ 46 milhões)
Palmeiras/SP (R$ 27,7 milhões)
Santos/SP (R$ 24,5 milhões)
Cruzeiro/MG (R$ 23 milhões)
Grêmio/RS (R$ 22,1 milhões)
Vasco/RJ (R$ 21,2 milhões)
Atlético Mineiro/MG (R$ 21 milhões)
Fluminense/RJ (R$ 18,5 milhões)


Como podemos ver o valor arrecadado pelo Palmeiras continua muito distante dos outros três times de maior torcida e as equipes com muito menor número de torcedores estão com valores cada vez mais próximos. É isso que celebram estes merdas? Patrocínios abaixo do mercado, o risível Avanti, e marketing restrito a uns bonequinhos chinfrins... eis a dura realidade.

29 de novembro de 2010

Pobre Avanti!

A que ponto chegou o programa Avanti! Com um número ainda ridículo de pobres-diabos que caíram nesta, o dirigente responsável só consegue comemorar o número de hits no site específico do Avanti. Depois de lançar mais uma campanha de resgate ao moribundo programa, o número de hits naturalmente aumentou. Pronto! Já está montado mais um factóide para o grupelho de RP atacar a verdade e a lógica. E o tal dirigente expõe-se em público assim: "Em um mês, as visitas ao nosso site oficial aumentaram quase 80%. Nos últimos três dias, tivemos um crescimento de 300% nos acessos ao site do programa de sócio-torcedor", disse o dirigente... Perderam o senso do ridículo.

17 de novembro de 2010

Pobre torcedor

Na ânsia de ressuscitar o patético programa Avanti os dirigentes estão caminhando por um terreno perigoso ao criarem dois tipos de torcedores: os do programa e os outros. Isso seria normal caso os "outros" tivessem a seu dispor um tratamento profissional na compra de ingressos, acesso ao estádio, acesso a informações do clube e outras condições básicas no tratamento com os torcedores. E os "sócio-torcedores" ganhassem um tratamento especial, com vantagens e benefícios que justificassem sua afiliação. Mas não é isso o que está acontecendo. Aquelas condições mínimas de tratamento são dispensadas apenas aos "sócio-torcedores" na tentativa de atraí-los, e aos "outros" não prestam nenhum serviço, tratando-os como um consumidor indesejado. É a incompetência de Palhaços e Patetas mostrando a sua cara.

14 de outubro de 2010

Avanti: tentam esconder o fiasco

O Palmeiras anunciou mudanças no programa de torcedores Avanti. Depois de quase um ano do seu lançamento o programa mal passou da casa de três mil sócios. Mudar era mesmo imprescindível diante de tamanho fiasco. Aliás, um desastre facilmente previsível (ver http://quixoteverde.blogspot.com/2009/11/avanti-palmeiras-comeca-mal.html). Porém as correções são tímidas. Na verdade a maior mudança foi não mostrar mais a contagem de associados no site que foi repaginado. Tentam esconder a vergonha...

4 de setembro de 2010

Marketing às avessas

O que ganha o Palmeiras patrocinando um carro na categoria Stock Car? Acertou quem disse nada, absolutamente nada. Mas eis que o clube está pagando para ter o carro da foto ao lado, da equipe Gramacho Costa, na próxima Corrida do Milhão.
O departamento de marketing deveria empreender atividades que geram receita e não jogar dinheiro fora. Seguramente aí tem gente usando dinheiro do clube, que é gerado pelos torcedores, fazendo política pessoal. Cambada de bostas!

Quer outro exemplo? Quem se lembra do programa Avanti e seus benefícios? Os incautos sócios-torcedores teriam o valor da anuidade em descontos na compra de produtos da Samsung e Adidas, fora descontos em viagens. Mas tudo isso já sumiu. E depois se perguntam por que o programa mal consegue chegar a 3.500 sócios em quase um ano. Bosta é pouco...

14 de agosto de 2010

“Sentadores” e seus bonecos

Não sei se já repararam mas é incrível como esse pessoal do (anti)marketing palmeirense gosta de boneco. Logo no início que a gangue Muda Palmeiras tomou o poder falaram num boneco do Marcos, mais recentemente as chegadas de Vágner Love e Kléber forma acompanhadas de declarações sobre o lançamento de bonecos dos mesmos. Agora é Valdivia que seria brindado com sua imagem representada em um boneco. Será que agora vai? Apesar das intenções anteriores o único boneco disponível até hoje é o velho e bom Periquito (foto).

Até entendo que eles gostem de "sentar na boneca", basta ouvir o tal de Dezembro ou Belluzzóquio falarem. Mas essa idéia fixa de lançar bonecos já tá virando fetiche.

18 de julho de 2010

Pobre uniforme

Com a entrada da Unimed a camiseta do Palmeiras vai adquirindo aquele aspecto horrível que Corinthians e Grêmio Prudente já apresentam desde o ano passado. Atrás já temos, além do número e nome do jogador, uma marca da Fiat (CASE) e a Unimed. E logo deverá também entrar a TIM. Os recurso financeiros são muito bem-vindos mas o uniforme vira um lixo esteticamente.

Não consigo visualizar o retorno que estas marcas possam ter desta forma. Creio que pagam muito para pouco obter de volta. Os patrocinadores do Flamengo e Corinthians inflacionaram o mercado, basta ver que estes times já alcançaram valores de patrocínio do uniforme superiores aos maiores times europeus, enquanto cotas de TV, venda de produtos, bilheterias e outras fontes de renda ainda estão a anos-luz do padrão europeu. Há algo estranho em tudo isso. Espero que com o tempo os anunciantes percebam que mais vale um patrocínio único em um belo uniforme que a atual feira em que estão tornando as camisetas dos clubes.

10 de junho de 2010

Fiat voltou e outras marcas virão

Sai a Samsung e volta a Fiat. O aumento da cota de patrocínio dos japoneses para os italianos é pouco significativa, o valor pago pela Fiat não deve chegar nem a R$17 milhões. A diferença virá da liberdade que agora o clube teria para vender outros espaços no uniforme, como as mangas e o calção. É aí que se espera o incremento de receita necessário para melhor equiparar o valor de patrocínios recebido pelo clube em proporção ao tamanho da sua torcida e da dos rivais no futebol nacional.

Será que desta vez vai? A própria Fiat foi apresentada há pouco mais de dois anos como o maior valor de patrocínio no país. Logo se viu que era mentira. Passou um ano e foi a vez da Samsung ser apresentada como um novo modelo de patrocínio e uma grande parceira. Porém depois de brigas e traições, sempre iniciada pelos dirigentes, a parceria acabou sendo rompida na justiça. Voltou a Fiat e virão outras marcas estampar seu logo no uniforme do time. A esperança dos dirigentes é chegar á R$26 milhões quando todos os espaços estiverem alugados, um incremento da ordem de R$10 milhões se tudo der certo. Recurso extra mais do que necessários para quem teve um déficit de mais de R$40 milhões só no ano passado.

Na apresentação do novo patrocinador, Belluzzóquio repetiu o discurso que fez com a Samsung. Falou em parceria, "A Fiat sempre foi uma parceria que honrou com seus compromissos...", como se ele alguma vez na vida honrasse alguma coisa. E também atrelou o negócio a Arena: "Na questão de Arena, a Fiat terá preferência na utilização das nossas propriedades por ser a patrocinadora master do clube". Tal qual dito com a Samsung. Mas se o contrato com a Fiat vai até o final 2011 e a Arena não fica pronta antes de 2012, como a Fiat usufruirá desta "preferência"? Coisas de Belluzzóquio...

Pode surpreender alguns que alguém possa proferir tamanhas bobagens e mentir com tal cara-de-pau. Mas lembrem-se que este bosta é um comunista e vive totalmente fora da realidade. Afinal, que dizer de um "economista" que acredita que congelando os preços iria combater a inflação, quando qualquer ser normal sabe que a inflação é causada pela expansão da base monetária? Belluzzóquio e seus companheiros queriam congelar os preços (resultado da inflação) enquanto seguia alegremente emitindo mais moeda (causa da inflação). Coisa de débil mental, repito, coisas de Belluzzóquio...

9 de junho de 2010

Santa TV

O bom atacante Kleber volta ao clube 18 meses após sua saída. O caro retorno (R$6,5 milhões por 50% dos seus direitos) foi possível sem novos empréstimos bancários graças ao desejo do jogador em retornar para o clube e os R$10 milhões pagos pela Globo na renovação do contrato de transmissão do campeonato paulista. Aliás contrato este muito melhor do que o anterior. Cada um dos quatro grandes paulistas receberá R$63,5 milhões pelos próximos cinco anos assim divididos:

R$10,0 milhões – no ato (valor usado na compra de Kléber)
R$9,5 milhões – em 2011
R$9,5 milhões – em 2012
R$11,5 milhões – em 2013
R$11,5 milhões – em 2014
R$11,5 milhões – em 2015

Para dar uma idéia o valor anterior era R$7,5 milhões por ano, ou seja, um aumento de 69% no total do período em questão (o percentual de aumento real será um tanto menor considerando o necessário ajuste inflacionário). Todos ganharam com isso, mas principalmente o Santos que tem torcida bem menor que os três adversários.

10 de dezembro de 2009

Negócio do diabo

O acordo fechado entre os quatro maiores times de São Paulo (autodenominado G4) com uma empresa de refrigerantes e cervejas envolve a venda do uso da imagem dos clubes em embalagens e publicidade, mais a publicidade nos campos de futebol, por R$10 milhões a serem divididos entre os times e os royalties sobre a venda dos produtos temáticos. Até aí tudo teoricamente normal e positivo. Digo teoricamente por que, em se tratando desta corja, nunca se sabe o que corre por baixo da mesa.
Mas o triste foi escutar a ladainha de paz nos estádios enquanto os representantes dos clubes defendiam a volta da venda da cerveja dos novos parceiros comerciais nos estádios. A desconexão deste pessoal com a realidade já chegou a nível do absurdo. Por isso nada melhor do que ter como padrinho deste negócio um pseudo-padre como Marcelo Rossi que há muito trocou a Bíblia pela revista Caras e grana no seu bolso.

2 de dezembro de 2009

Patrocínio de corrida?

Hoje me deparei com anúncio da I Corrida Palmeiras Arrancada Heróica, fazendo referência ao primeiro título do clube com o nome Palmeiras. O clube aparece como patrocinador do evento. Logo surge a pergunta: qual o objetivo de patrocinar uma corrida? Independentemente do valor do patrocínio, é difícil entender qual o retorno possível de tal evento. Seguramente em nada vai divulgar ou elevar o nome do time, ou valorizar a marca Palmeiras. Então por que colocar dinheiro, que não tem, pois a dívida já é galopante, em tamanha inutilidade? Enquanto outros cobram para que usem o nome do seu clube como apelo comercial, estes babacas pagam! Quem decidiu isso devem ser os mesmos "gênios" por trás do Onda Verde e, do ainda pior, Avanti Palmeiras.

12 de novembro de 2009

“Avanti Palmeiras” começa mal...

Depois do fiasco da Onda Verde, chegou a nova tentativa de um programa de sócio-torcedor, desta vez denominado Avanti Palmeiras. Os principais benefícios do associado seriam:
  • A comodidade na compra de ingresso via internet, com crédito automático na carteirinha do sócio para uso nas catracas eletrônicas do estádio.
  • Recuperação do valor da anuidade nos descontos na compra de ingressos (de 30 a 50% dependendo do plano) e via créditos a serem utilizados como desconto na compra de produtos dos patrocinadores do time.

Confesso que fiquei bastante decepcionado com a pobreza do projeto. Não há nada de inovador na proposta, sendo cópia inferior dos planos de outras agremiações que saíram na frente, sendo que era de se esperar alguma melhoria sobre aquelas. Infelizmente o projeto não dá aos "associados" nenhum tipo de voz ativa nos desígnios do time, daí não ter sentido o uso da palavra "associado". O poder de votar na escolha do presidente do clube era o mínimo esperado para quem já paga as contas do futebol e clube social (mesmo sem direito de freqüentar este) e agora é chamado a nova contribuição. É preciso sempre lembrar que são os torcedores que financiam o falimentar clube social que, no sujo jogo político, ficou sem aumentar o valor das mensalidades por dez anos. Assim os dirigentes agradam seus eleitores (os poucos sócios sociais do clube) e jogam o ônus para os milhões de torcedores.

Nota-se também o absurdo da proposta de maior comodidade na compra de ingressos. Afinal, já não haviam prometido que haveria total comodidade para comprar ingressos quando mudaram da BWA para a Outplan como gestora da bilheteria? Mas nada mudou, apenas mudou o fornecedor que era amigo de fulano para o fornecedor amigo de sicrano. Ou seja, fazem um trabalho medíocre na venda dos ingressos e depois cobram mais para você escapar daquilo que eles mesmos provocam. Soa a golpezinho de malandro de morro.

Outro aspecto negativo é a obrigatoriedade de possuir CPF para ser sócio e não haver opção para dependentes. Assim um pai com filhos poderia comprar seu ingresso pela internet, mas teria que ir ao calvário para adquirir os ingressos dos filhos, perdendo a tal comodidade.
Quem quiser meia-entrada também não pode comprar via internet, e perde o desconto. Até aí tudo bem, pois meia-entrada é um absurdo da ignorância brasileira. Mas isso deve baixar o interesse de parte do público-alvo.

Em definitivo o programa só seria interessante para solteiros, não estudantes ou idosos, que freqüentam assiduamente o estádio e assim podem recuperar o investimento via desconto nas compras de ingressos.

O site do evento também não traz nenhum telefone ou endereço para sanar dúvidas e solicitar maiores informações. E limita as opções de pagamento a portadores de cartões Visa e Amex. Demonstrando muito amadorismo na sua execução.

Enfim, a melhor palavra que encontro para definir o Avanti Palmeiras é "chinfrim".

2 de novembro de 2009

Prejuízo prudentino

Este foi o terceiro clássico consecutivo entre Palmeiras e Corinthians disputado em Presidente Prudente. No início do ano os dirigentes de ambos os clubes, com participação efusiva de Belluzzóquio, quiseram reinventar a roda, ou seja, queriam "valorizar o clássico". Mas ao invés de buscar fazer isso montando grandes times, segurando os seus ídolos ou proporcionando um estádio confortável para os torcedores, os tais dirigentes levaram o jogo para o interior, criaram um logotipo para o confronto e um troféu para a disputa entre ambos. Mas não demorou três jogos e a palhaçada desmoronou. O logotipo, ostentado na manga nas camisas no primeiro encontro, sumiu. O troféu também não deu mais as caras. E agora foi a vez do público desaparecer. Ontem apenas 18.752 torcedores compareceram para deixar R$740.200,00 nas bilheterias. Caso jogasse no Palestra, o Palmeiras teria, seguramente, renda de um milhão de reais. Assim, a medíocre iniciativa já dá até prejuízo ao clube.

2 de setembro de 2009

Sócio-torcedor? Só com voz ativa!

Está para sair o novo programa sócio-torcedor. A tentativa com a tal Onda Verde foi vergonhosa. Espero que tenham aprendido a lição. Este tipo de programa deve ter várias modalidades de sócio-torcedor que mediante diferentes valores de mensalidade ascenderiam a mais ou menos de uma lista de benefícios como:

Prioridade na compra (com desconto) de ingressos e carnês
Desconto na compra de produtos do time
Desconto em de conveniada
Acesso gratuito para assistir os treinos do time principal
Acesso aos jogos dos times de base
Visitas programadas ao centro de treinamento e estádio
Acesso a site exclusivo
Nova camisa sempre que haja mudança de design ou patrocínio
Fotos autografadas dos jogadores
E por aí vai...

Mas o mais importante é aprender da experiência do Internacional-RS. Lá os sócio-torcedores têm direito a voto, ou seja, participação ativa na política do clube, elegendo conselheiros e presidente. Ou alguém acha que isso não influenciou os quase 70 mil sócio-torcedores do Colorado? Mas será que os 300 Merdas do Conselho irão abrir mão do poder e suas benesses?

21 de agosto de 2009

Não gostei

Decepcionante a tão esperada camisa azul, novo uniforme número três da equipe. A expectativa era de um modelo idêntico ao atual verde, apenas trocando esta cor por um azul marinho e o símbolo tradicional do Palmeiras pela Cruz de Savóia. Ao invés disto saíram que este "azul calcinha e uma ridícula faixa branca no peito pra destacar a logomarca do patrocinador. Uma pena.

4 de junho de 2009

Novos uniformes melhoraram ainda mais

Ficaram muito bonitas as novas camisas do time. Mas sóbrias e menos congestionadas de listras. A Samsung usou a manga da camisa de forma discreta (com um dos seus clientes – Fastshop), com uma boa solução para as três listras da Adidas. A Camisa branca também ficou atraente, e agora só falta a tão esperada versão azul.

19 de outubro de 2008

Que venham outras idéias promocionais!

A idéia de promover um jogo e editar uma camisa comemorativa com a Ferrari foi excelente. Pena não ter ido adiante por questões contratuais, mas isso não tira o mérito da iniciativa. A promoção de jogos e associação da marca Palmeiras com outras de sucesso são atividades importantes para aumentar a receita do time, e a não concretização desta tentativa não deve inibir futuras idéias.

Apenas como exemplo posso citar três segmentos de público específicos que o Palmeiras pode explorar: o interior, feminino e infantil.

O público do interior é expressivo mas enfrenta um custo mais alto para ver os jogos do que o público da capital, pois acaba incorrendo em pedágio, maior custo de gasolina e alimentação. Uma possibilidade promocional seria a organização de caravanas do interior. Uma viagem de ônibus custa menos que a gasolina e pedágio pagos individualmente, além de que é mais segura e o torcedor pode compartir o trajeto com outros palmeirenses. O pacote incluiria as entradas (nada como chegar ao estádio e já ter seu ingresso reservado), estacionamento do ônibus cerca do estádio (sem preocupação com flanelinha, roubo ou estacionamento) e lanche no trajeto. Existem muitas empresas de transporte que usam seus ônibus para transportar funcionários de empresas, e acabam ficando com ociosidade no fim-de-semana. Isso poderia permitir um custo atraente de transporte. Um ou dois funcionários do clube com contatos com empresas de transporte, hot site, email e uma linha 0800 podem coordenar isso. Uma pequena campanha de RP, anúncios no Palestra e eventuais inserções em jornais do interior resolveriam a questão de divulgação.

O público feminino (ver
http://quixoteverde.blogspot.com/2008/09/pblico-feminino-como-fonte-de-receita.html) pode ser estimulado com incentivos tais como: brindes em datas especiais, valor reduzido em determinados jogos, ou até zerados se acompanhada de um homem que comprou ingresso.

As crianças também devem ser olhadas com atenção (ver
http://quixoteverde.blogspot.com/2008/09/desenvolvimento-da-torcida.html). Os mesmo estímulos citados no caso do público feminino são aplicáveis aqui.

Os jogos ainda podem comemorar datas especiais de títulos, ídolos e outros momentos marcantes da rica história do Palmeiras. O que também ajuda a resgatar o espírito da equipe e sua torcida.

Que a frustração deste episódio com a Ferrari não iniba o mundo de oportunidades promocionais que o Palmeiras pode empreender para entreter sua torcida e aumentar sua receita. E também que as promoções não sejam intermediadas pelos “amigos” da Traffic!

14 de outubro de 2008

Clássico no Palestra e meia-entrada

Com mais um encontro Palmeiras – São Paulo se aproximando lembrei-me das infinitas discussões sobre jogar ou não no Palestra este clássico. Parte da imprensa e o adversário (é óbvio) argumentam que o Morumbi, por sua capacidade de público, é mais adequado para este jogo. Lembro até o goleiro ventríloquo da diretoria do São Paulo dizendo que o Palmeiras perdia dinheiro levando o segundo jogo das semi-finais do último Paulistão para o Palestra.

Nada mais equivocado! O primeiro encontro no Morumbi daquelas semi-finais rendeu ao São Paulo renda bruta de R$ 1.192 mil e líquida de R$ 929 mil. Já o jogo no Palestra deixou renda bruta de R$ 1.144 mil e líquida de R$ 894 mil para o Palmeiras. Houvesse jogado no Morumbi o Palmeiras teria ainda que pagar 12% da renda bruta ao São Paulo como aluguel de campo. Fica então claro o acerto dos dirigentes em trazer o jogo para o Palestra, tanto do ponto de vista competitivo como do financeiro também.

Outra curiosidade daqueles encontros foi que apesar das rendas serem virtualmente iguais o público foi bem diferente: 37 mil no Morumbi e 28 mil no Palestra. Isso se explica em função das diferentes proporções de vendas em arquibancada/cadeiras e inteira/meia-entrada. Dos 37 mil pagantes no Morumbi apenas 6 mil pagaram por cadeiras mais caras e 31 mil eram arquibancada. Já no Palestra 10 mil pagaram cadeiras e 17 mil arquibancadas. Portanto o mix de ingressos vendidos no Palestra era mais caro (os preços dos ingressos eram iguais). Outra grande diferença foi a proporção de meia-entrada: no Morumbi mais da metade dos 31 mil ingressos de arquibancada eram meia-entrada, ao passo que no Palestra apenas 25% das 17 mil entradas de arquibancada eram meia. Fato estranho, até porque mais da metade dos ingressos do setor Visa para aquele jogo foram vendidos como meia-entrada.

Tai uma lei estúpida esta de meia-entrada para estudantes e idosos. Além de estimular a corrupção e falsidade ideológica, esta lei encarece os ingressos, pois o preço da inteira é majorado para financiar a meia-entrada.

13 de outubro de 2008

Jornal noticiou novo contrato de material esportivo entre Palmeira e Adidas

O jornal Lance! divulgou que Adidas e Palmeiras acertaram a renovação do contrato, que termina em dezembro, por mais três anos. O novo contrato é de R$ 9,2 milhões por ano.

Este novo valor é quase três vezes maior que o contrato atual de R$ 3,5 milhões por temporada. No novo acerto, há ainda um bônus condicionado à venda de camisas nos moldes do que já fazem outros clubes, como o Corinthians.

Sem dúvida é um aumento expressivo e que corrige o absurdo do contrato anterior. Mas os outros times também estão renegociando maiores valores e é possível que no curto prazo o Palmeiras ainda fique com um valor de patrocínio de material desportivo abaixo de sua colocação como quarta maior torcida do país. Ver abaixo os valores dos atuais contratos dos principais times do Brasil.

Material Esportivo (valores em R$/ano)
São Paulo: 15 milhões (Reebok)

Santos: 10 milhões (Umbro)
Flamengo: 9 milhões (Nike)
Botafogo: 7,2 milhões (Kappa)
Corinthians: 7 milhões (Nike)
Cruzeiro: 4,2 milhões (Puma)
Atlético-MG: 4 milhões (Lotto)
Palmeiras: 3,5 milhões (Adidas)
Fluminense: 3,5 milhões (Adidas)

Vasco: 3 milhões (Reebok)
Internacional: 2,8 milhões (Reebok)
Grêmio: 2,1 milhões (Puma)
Fonte: Grupo Estado

Isso quer dizer que o Palmeiras ainda tem muito a crescer em faturamento se seguir mantendo uma equipe competitiva.

Tudo indica que o faturamento, excluindo venda de jogadores, vai crescer bastante no próximo ano. Além deste novo contrato com a Adidas, teve o significativo aumento das cotas de transmissão da Série A e teremos a provável participação na Libertadores.